Cansado de abrir a Netflix e ficar girando o catálogo? Aqui vai um atalho honesto: cinco títulos recém-chegados (ontem!) que seguram a atenção do primeiro minuto aos créditos.
Tem épico para ver em tela grande, investigação jornalística que muda estruturas, ficção científica de cérebro ligado, drama de vício com fala afiada e clássico escolar que segue atual. Escolha pela sua energia do dia.
Roma volta a rugir sob um governo que vende paz enquanto tritura dissidentes. Um jovem criado longe do centro do poder reencontra a capital e percebe que a memória dos antigos heróis virou moeda.
A arena reaparece como palco e vitrine: cada combate vira recado político. Entre reencontros incômodos e alianças frágeis, o protagonista entende que enfrentar o império custa caro — e que o próprio nome pode virar estandarte. Scott investe em grandiosidade, poeira no ar e batalhas coreografadas com precisão.
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Duas repórteres decidem seguir uma pista incômoda e topam o muro do silêncio que protege homens influentes. O filme acompanha entrevistas, documentos e portas que se abrem só um palmo — o suficiente para revelar décadas de abuso e acordos.
Sem transformar redação em fantasia, Schrader mostra a mecânica do jornalismo: checagem, medo das fontes, pressão jurídica e o efeito disso na vida pessoal. Carey Mulligan e Zoe Kazan conduzem a narrativa com contenção que pesa mais que discursos.
Espionagem em que causa e efeito trocam de lugar. Um agente (John David Washington) aprende a operar com inversão temporal para deter um oligarca (Kenneth Branagh) cuja ambição conversa com um futuro hostil.
Lutas coreografadas ao contrário, perseguições que se desdobram em dois sentidos e um bromance enigmático com Neil (Robert Pattinson) pedem atenção aos detalhes. Nolan entrega set pieces monumentais e um quebra-cabeça que recompensa quem gosta de sair do sofá pensando.
Professor brilhante, vício caro. Jim Bennett (Mark Wahlberg) transita entre sala de aula e mesas clandestinas, somando dívidas com gente que não envia boletos — cobra. A retórica afiada vira escudo, mas não quita nada.
Um aluno talentoso entra na órbita do protagonista e a aposta muda de natureza: dignidade em jogo. John Goodman, Brie Larson e Jessica Lange compõem um círculo de tentação e consequência enquanto Schrader puxa o freio do glamour e encosta o espectador no desconforto.
Internato de elite, regras de ferro. Entra John Keating (Robin Williams) com métodos que abrem janela onde só havia quadro-negro. Versos ganham corpo, alunos descobrem voz, e o clube secreto reacende o risco de pensar por conta própria.
Ethan Hawke e Robert Sean Leonard seguram o retrato da adolescência encurralada entre expectativa familiar e desejo genuíno. “Carpe diem” aparece menos como frase de pôster e mais como ato com consequências.
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