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A corrida do Oscar virou: Wagner Moura ultrapassa grande astro de Hollywood e pode fazer história em 2026

Um cenário que parecia improvável há alguns anos agora ganha corpo nas apostas de premiações: Wagner Moura aparece na dianteira da corrida por Melhor Ator no Oscar 2026 por O Agente Secreto.

A leitura vem das projeções da Variety, publicação referência em indústria do entretenimento, e coloca o brasileiro à frente de Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra) e Dwayne “The Rock” Johnson (Coração de Lutador).

O desempenho de Moura não nasce do nada. O filme de Kleber Mendonça Filho já coleciona resultados em festivais e mercados internacionais, com direito a prêmio de Melhor Ator em Cannes para o protagonista e o Golden Eye no Festival de Zurique — vitórias que alimentam o buzz entre votantes e analistas.

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O favoritismo individual vem acompanhado de fôlego coletivo. O Agente Secreto aparece nas projeções para Melhor Roteiro Original, Melhor Atriz Coadjuvante (para Tânia Maria), Melhor Filme Internacional e Melhor Filme.

A presença simultânea em frentes criativas e na corrida principal sugere que a produção transita bem entre públicos distintos da Academia.

O calendário ajuda a dimensionar as expectativas. A lista oficial de indicados está marcada para 22 de janeiro de 2026, enquanto a cerimônia acontece em 15 de março de 2026. Até lá, campanhas, exibições estratégicas e conversas de bastidor costumam redefinir prioridades de votação — e manter o filme em circulação conta tanto quanto colecionar manchetes.

Para o Brasil, o momento tem peso simbólico: um protagonista nacional liderando previsões em Melhor Ator e um longa de autor brasileiro figurando entre potenciais candidatos a Melhor Filme ampliam o alcance da produção local nas conversas de Hollywood, algo que costuma depender de janelas de lançamento, recepção crítica e timing de campanha.

Outra peça do tabuleiro é a estreia nos cinemas brasileiros, marcada para 6 de novembro. A exibição doméstica tende a fortalecer o impacto cultural por aqui e, ao mesmo tempo, manter a produção “quente” no circuito internacional durante a temporada de prêmios.

Se o status de favorito irá se sustentar até a abertura dos envelopes, só o ciclo de votações dirá. Por ora, o filme de Kleber Mendonça Filho soma prestígio de festival, tração de mercado e narrativa competitiva — e Wagner Moura ocupa o centro dessa conversa.

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Gabriel Pietro

Gabriel tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 10 mil textos assinados até aqui.

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