Há séries que buscam o escândalo pelo choque gratuito; outras conseguem unir tensão e atração sem perder de vista um bom roteiro.
Desejo Sombrio aterra nesse segundo grupo: o título mexicano, disponibilizado em 190 países pela Netflix, colocou o thriller erótico de volta às rodas de conversa ao mesclar investigação criminal e relações extraconjugais em mesma medida — tudo embalado por uma fotografia que aproveita ao máximo luz baixa e cores quentes para transmitir perigo nas entrelinhas.
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Alma Solares (Maite Perroni) é advogada criminalista, leciona Direito em uma universidade de prestígio e mantém um casamento aparentemente estável com o juiz Leonardo (Jorge Poza).
Durante um fim de semana fora de casa, ela conhece Darío Guerra (Alejandro Speitzer), estudante de arquitetura que exala confiança. O encontro vira uma noite de sexo sem amarras.
De volta à rotina, Alma tenta tratar o episódio como deslize — mas Darío se matricula em sua disciplina e inicia uma perseguição sedutora que ultrapassa os limites da obsessão. Quando uma amiga de Alma aparece morta, cada crença da professora sobre lealdade, justiça e o próprio passado começa a ruir.
Desejo Sombrio dosa cenas quentes e suspense de forma equilibrada: enquanto a química entre Perroni e Speitzer mantém a temperatura alta, cada novo episódio acrescenta pistas sobre corrupção judicial, violência de gênero e dilemas morais.
A série também explora como a tecnologia — mensagens cifradas, rastreamento de localização, gravações de segurança — pode virar arma no jogo de poder entre amantes.
Ambas as temporadas estão disponíveis na Netflix com opção de áudio original, legendas em diversos idiomas e recurso de download para quem quer maratonar offline.
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