A reação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) veio poucas horas depois do discurso de Donald Trump na abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU.
O parlamentar leu o gesto público do norte-americano — elogio a Lula e menção a um encontro rápido — como movimento calculado, voltado a recompor interlocução sem abdicar da pressão econômica e política.
Para Eduardo, a fala do presidente dos EUA combinou “firmeza estratégica” com “inteligência política”: primeiro o endurecimento — sanções e tarifas — e, em seguida, um reposicionamento que abre espaço para negociar a partir de uma posição de força.
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Trump relatou ter conversado rapidamente com Lula, com troca de abraço e agenda para a próxima semana.
Em tom descontraído, disse simpatizar com o brasileiro e preferir “tratar com quem gosta”. Eduardo enquadrou o movimento como parte do jogo: sinal amistoso público, sem ceder no conteúdo.
Quem chega à mesa com vantagem? A avaliação do deputado é que Trump dita o ritmo — “entra na mesa quando quer e como quer” — enquanto Lula teria baixa influência nesse tabuleiro. Na visão dele, o Planalto precisa extrair ganhos concretos desse raro canal aberto, sobretudo diante do tema sensível das tarifas.
No mesmo discurso, Trump defendeu tarifas “pesadas” sobre produtos brasileiros, ligando as medidas a críticas sobre censura, repressão e perseguição política no país. Mesmo assim, classificou o encontro com Lula como “bom sinal” para possível aproximação — cortesia pública preservando a pressão.
O que pode estar na pauta… Com uma reunião prometida para a próxima semana, a tendência é que tarifas, sanções e comércio dominem a conversa. Eduardo aposta que Trump usará o duro por fora, abertura controlada por dentro como método, enquanto o governo brasileiro buscará algum alívio econômico para apresentar como resultado.
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