Eduardo Marinho nasceu em uma família de classe média, foi aprovado no concurso do Banco do Brasil, posteriormente entrou no colégio militar e foi aprovado no curso de direito.
Apesar do sucesso na vida social, Marinho, não sentia um sentido na vida por isso largou o Banco do Brasil, sendo taxado como louco, e foi morar nas ruas encontrando a felicidade nas coisas simples.
“Paguei profissionais para cuidarem de meus filhos, agora eles pagam para cuidarem de mim” essa é um das falas de Marinho no vídeo abaixo que exemplifica a realidade de profissionais que buscam o sucesso na sociedade ao invés de buscarem a afetividade em sua família.
Eduardo fala no vídeo abaixo sobre humildade, afetividade e vida:
Há agressões que deixam marcas visíveis. Outras acontecem em corredores de escola, grupos de colegas…
Quando uma criança adoece gravemente, a família precisa lidar com exames, tratamentos e decisões que…
Há histórias que permanecem associadas a um horário específico da televisão, à sala cheia e…
Durante décadas, o faroeste foi associado a duelos diante do saloon, perseguições a cavalo e…
Uma caminhada feita para acalmar uma recém-nascida terminou com uma viatura estacionada diante da casa…
Por Nara Rúbia Cristina Ribeiro, advogada e atua em todo o país, especialmente em Goiânia -…