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Quando o NARCISISTA é a sua própria mãe: 3 filmes essenciais na NETFLIX sobre narcisismo materno

A presença de um familiar narcisista pode deixar marcas profundas na vida e no desenvolvimento de uma pessoa, influenciando sua trajetória e até mesmo seus fracassos.

Reconhecer-se como vítima é o ponto de partida crucial para a busca da cura, demandando não apenas o distanciamento do narcisista envolvido, mas também a procura por ajuda psicoterapêutica. O narcisismo, um transtorno de personalidade muitas vezes sutil e enraizado, pode passar despercebido durante anos pelas vítimas, que acabam presas em suas manipulações.

É essencial compreender que o narcisismo não é uma doença tratável com medicamentos, visto que o narcisista raramente reconhece a existência do problema. Assim, a solução mais viável muitas vezes é o afastamento ao perceber-se preso na teia de vaidade e manipulação.

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Se por um lado é comum encontrar pequenos traços narcisistas em diversas pessoas, um verdadeiro narcisista dificilmente se autoidentifica como tal.

O desafio torna-se ainda mais complexo quando o narcisista é um membro próximo, como pai ou mãe. Muitas vezes, o transtorno de um parente só é descoberto na vida adulta, quando os danos emocionais já estão consolidados. Nesses casos, o afastamento é fundamental para a própria cura.

O cinema abordou o narcisismo materno em algumas obras, seja como tema central ou característica de personagens marcantes.

Preciosa – Uma História de Esperança (2009)

O filme mergulha em diversas problemáticas como racismo, gordofobia, depressão, abuso sexual e violência física, expondo os traumas psicológicos oriundos de um ambiente familiar disfuncional. Embora denso, o cerne de “Preciosa” ressalta a possibilidade de superação. É uma narrativa que inspira aqueles que enfrentam o narcisismo materno a cortar laços em busca da cura.

Cisne Negro (2011)

A busca pela perfeição e sucesso no ballet pela personagem de Nina (Natalie Portman) está entrelaçada ao fracasso profissional de sua mãe, resultando em traumas provenientes da criação por uma mãe frustrada que projeta suas aspirações na filha, enquanto simultaneamente inveja suas conquistas.

Fuja (2020)

O filme adentra em lares disfuncionais, explorando temas que incluem a “Síndrome de Münchhausen por procuração”, onde alguém induz doenças em outros para obter atenção. Geralmente, as vítimas são crianças, e o agressor muitas vezes é um cuidador próximo, como pai, avô, tio ou, como retratado na obra, a mãe. Essa temática também é abordada na série “The Act”, do Hulu.

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Fonte: Lab Dicas

Gabriel Pietro

Gabriel tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 10 mil textos assinados até aqui.

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