O engenheiro ucraniano Max Gerbut começou tentando construir a “casa mais quente do mundo” para o Guinness Book of World Records. Sua criação se transformou em uma empresa, chamada PassivDom, que visa construir casas inteligentes impressas em 3D que podem funcionar totalmente fora da rede usando apenas energia solar.
Embora Gerbut tenha iniciado o negócio na Ucrânia, ele agiu rapidamente para construir uma linha de produção nos Estados Unidos, onde cerca de 70 por cento de seus compradores em potencial estão localizados.
A casa é parcialmente automatizada com a ajuda de um robô que realiza impressão 3D. Ele é capaz de imprimir paredes, telhado e piso em somente oito horas. Construída com 20 centímetros de espessura e feitas de fibras de carbono, poliuretano, resinas, fibras de basalto e fibra de vidro.
Já a instalação de portas, janelas, sistemas elétricos e encanamento fica por conta do trabalho humano. As casas são sempre pequenas, ainda assim não deixa de ser um grande feito.
A casa é alimentada exclusivamente por energia solar, que alimenta o sistema de aquecimento e resfriamento, o sistema de geração de água e o sistema de controle de qualidade do ar e oxigênio, bem como todos os eletrodomésticos.
Isso é conseguido por meio de painéis solares montados no telhado e um sistema de baterias de fosfato de lítio, que juntas produzem e armazenam energia suficiente para 2 semanas de funcionamento autônomo, mesmo quando não há luz solar nesse período. Isso é uma grande façanha.
O layout interior é simples, mas funcional. A área de estar ocupa a maior parte da casa e é usada como quarto à noite. Existe uma cozinha pequena mas funcional, bem como uma casa de banho separada do resto da casa.
O fato da técnica ser bastante inovadora torna quase tudo personalizável. Há valores diversos, de acordo com o tamanho e tecnologias instaladas – o modelo mais simples custa cerca de 200 mil reais.
Via CicloVivo
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