Zygmunt Bauman (Poznań, 19 de novembro de 1925) é um sociólogo polonês. Serviu na Segunda Guerra Mundial pelo exército da União Soviética e conheceu sua esposa, Janine Bauman, nos acampamentos de refugiados polacos[2]. Nos anos 40 e 50 foi militante entusiasmado do Partido Comunista Polaco, até se desligar da organização devido ao fracasso da experiência socialistas no leste europeu.
Se graduou em sociologia na URSS e, por seu status de combatente, conseguiu ascender socialmente: saiu da condição modesta que seus pais lhe propiciaram durante a juventude e tornou-se professor universitário. Iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, de onde foi afastado em 1968, após ter vários livros e artigos censurados.
Emigrou então da Polónia, por motivo de perseguições antissemitas, e na Grã-Bretanha tornou-se professor titular da Universidade de Leeds (1971 em diante). Recebeu os prêmios Amalfi (1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (1998, pelo conjunto de sua obra). É professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.
Informações da Wikipédia
(acessada no dia 30/12/16)
Ver veias saltadas no braço, nas mãos ou nas pernas costuma causar aquela dúvida imediata:…
Há suspenses que assustam pelo susto. Outros incomodam porque colocam o perigo em um lugar…
Por muitos anos, Kolsoum Akbari viveu sem levantar grandes suspeitas. O que parecia ser uma…
Shirley MacLaine nunca coube muito bem no molde de estrela comportada que Hollywood tentou vender…
Vampiros costumam entrar em cena como criaturas elegantes, perigosas e quase inalcançáveis. Em Entrevista com…
Há atores que envelhecem tentando preservar a imagem que o público guardou deles. Nick Nolte…