Uma tragédia chocou a população de Santiago, no Chile. Na terça-feira passada (1), um menino de apenas 5 anos morreu ao despencar do telhado durante uma atividade escolar.
O telhado era feito de claraboias de vidro e cedeu enquanto o pequeno Santiago Alejandro brincava com um colega, que também caiu – mas sobreviveu.
Segundo a imprensa chilena, o telhado fica a pelo menos 7 metros do chão.
Leia também: Brasil fatura medalhas de ouro, prata e bronze na Olimpíada Internacional Universitária
Santiago foi encaminhado às pressas para um hospital e mantido em coma induzido. No entanto, pouco depois da internação ele teve morte cerebral, decorrente de um traumatismo craniano.
De acordo com o Ministério Público do Chile, a diretora e coordenadora da escola foram acusadas de homicídio culposo.
Os pais da criança souberam do acidente após duas horas. “A mãe de Santiago estava esperando a criança no portão da escola depois das 11h30, como todos os dias. Era quase 12 horas que a mãe da outra criança ligou para ela para informar que Santiago estava na clínica”, disse a tia-avó de Santiago, Carmen Julia Pereira.
No fatídico dia, os professores faziam uma atividade ao ar livre com as crianças. Agora, a família do menino pede para que instituição se responsabilize pelo caso.
“Além de medidas corretivas serem tomadas para que isso não aconteça novamente e não desmonte outra família, o mais importante aqui é que as responsabilidades sejam assumidas”, disse Carmen.
Leia também: ‘O pássaro foi libertado’, diz Elon Musk após comprar Twitter e demitir seus diretores
Compartilhe o post com seus amigos! 😉
Fonte: Soma
Entre os dramas de época escondidos no catálogo da Netflix, há um filme que chama…
Há filmes que crescem justamente por parecerem simples à primeira vista. “Aprendendo com a Vovó”…
Quando um vírus volta a aparecer nas manchetes, a dúvida costuma ser a mesma: “isso…
Lançado em 2004 e cercado de debates desde a estreia, A Paixão de Cristo voltou…
Tem série que sobe pro topo do streaming porque o algoritmo empurra. E tem as…
Às vezes, a casa era cheia, a rotina funcionava, as contas eram pagas e ninguém…