Por: Sara Espejo
Um dos comportamentos que o ser humano normalmente repete é se sentir insatisfeito com o que temos, mesmo com o que somos, na maioria das vezes não sabemos valorizar ou valorizar o que temos e sempre endossamos felicidade e riqueza a um tempo que não corresponde ao presente.
A prosperidade e a felicidade pertencem ao nosso estado natural, mas para senti-las devemos reconhecer algumas coisas:
A verdadeira riqueza não está ligada aos zeros à direita de nossa conta, ou aos ativos, ou à nossa capacidade de aumentar nosso capital. A riqueza é um estado natural que vai além do material, que tem a ver com o que alimentamos nossos corações e almas.
Não importa se em algum momento as coisas não vão bem como gostaríamos, ter tudo é temporário, o bom e o ruim, nos permite simplesmente valorizar cada momento, aprender com ele e valorizá-lo ou observá-lo enquanto dura. Cada experiência nos deixará algo de positivo se quisermos, mas vamos aprender a viver as experiências no tempo presente.
Habituamo-nos a ver sempre o que necessitamos, o que não temos, geramos uma necessidade na nossa mente e com ela a ideia de que alcançaremos a nossa felicidade quando aquilo que almejamos tornar-se presente na nossa vida, porém, quando chegar, o que sentimos é a alegria e a satisfação do momento, mas como tudo mais, essa emoção também passa e mudamos o nome da nossa felicidade, mas um tempo futuro e assim vamos atrás de uma cenoura, pensando que contém a felicidade.
Nada é mais irracional do que deixar cair as chaves em casa e sair para procurá-las na rua porque lá tem mais luz. Passamos nossas vidas procurando fora do que só podemos encontrar dentro. A felicidade não depende do que temos, do que fazemos ou mesmo do que pensamos que somos. A felicidade é o nosso estado natural que só podemos sentir quando estamos cientes de nossa verdadeira essência.
Reconheça que você não precisa de nada para ser feliz e aprenda a ser grato por todas as bênçãos que fazem parte de sua vida. A verdadeira riqueza não tem nada a ver com o material.
Durante quase sete décadas, Dorothy conviveu com uma lembrança mal explicada: a perda de uma…
Há filmes que não precisam inventar grandes tragédias para tocar em pontos sensíveis. Às vezes,…
Tem filme que chega ao streaming fazendo barulho por causa do elenco. Outros crescem porque…
Há relações familiares que não se rompem de uma vez. Elas vão perdendo temperatura. O…
O documentário "Louis Theroux: Por Dentro da Machosfera" (no original, Inside the Manosphere) foi produzido para a plataforma Netflix,…
O filme “180”, atual fenômeno da Netflix, é um mergulho visceral no luto que se transmuta…