Adeus Luis Sepúlveda. Seus pulmões não se sustentaram, sobrecarregados pelo coronavírus. O escritor, roteirista e diretor chileno morreu com coronavírus no Hospital da Universidade Central das Astúrias (HUCA), onde estava hospitalizado desde 29 de fevereiro em condições graves. Sua saúde se deteriorou nas últimas semanas, seu corpo não respondeu a tratamentos e antibióticos.

O último dos lutadores tinha 71 anos. Autor de muitos sucessos, incluindo “La gabbianella e il gatto”, nasceu em Ovalle em 1949, não apenas romancista: Sepulveda era um ativista dos direitos civis em seu país, que ele teve que deixar depois de ser preso por parte do regime de Augusto Pinochet. A favor da ecologia militante, dos povos indígenas da América do Sul, contra o racismo na Europa.

Luís Sepúlveda, que nasceu no Chile a 04 de outubro de 1949, estreou-se nas letras em 1969, com “Crónicas de Piedro Nadie” (“Crónicas de Pedro Ninguém”), dando início a uma bibliografia de mais de 20 títulos, que inclui obras como “O Velho que Lia Romances de Amor” e “História de Uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar”.

Condolências pela morte do excepcional romancista chileno chegaram de todo o mundo. As notícias se repercutiram nas mídias sociais nas últimas horas, entre negações e confirmações.

Sepulveda enriqueceu a literatura mundial. Continuaremos a gostar do seu trabalho, mas sentiremos sua falta.

Que a terra lhe seja leve. Obrigado por nos ensinar a defender o meio ambiente e os direitos de todos.

Voe alto, como “sua” Gabianella …

“Somente quem se atreve a voar”.

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