Quem gosta de drama turco com romance cheio de risco e decisão errada feita no calor do momento já pode anotar: a Netflix estreia “O Museu da Inocência” na sexta-feira, 13 de fevereiro.
A produção chega baseada no livro de Orhan Pamuk, escritor turco vencedor do Nobel de Literatura, e já entra no catálogo com nove episódios liberados de uma vez.

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A adaptação vem com direção de Zeynep Günay, roteiro de Ertan Kurtulan e produção da Ay Yapım.
A trama volta no tempo e se constrói a partir dos anos 1970, em Istambul, colocando no centro um casal que já nasce “impossível” no papel: Kemal, herdeiro de uma família poderosa, e Füsun, uma parente distante que vive uma realidade bem diferente da dele.
O relacionamento vai ficando cada vez mais carregado porque não é só paixão: tem classe social, pressão familiar, expectativas e um monte de coisa que ninguém fala em voz alta — mas todo mundo sente.
E é aí que Kemal começa a perder a linha: em vez de seguir em frente, ele passa a se agarrar ao que sobrou do que viveu com Füsun.

A partir dessa fixação, ele começa a guardar objetos ligados a ela — de brincos e grampos de cabelo até bitucas de cigarro — como se cada item pudesse manter o sentimento vivo.
A série aposta nesse lado mais incômodo do amor quando vira posse emocional, e coloca uma pergunta na mesa sem floreio: até onde alguém vai quando decide que aquela pessoa é “a única”?
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